quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

apenas era uma vez...


Sempre chega aquele dia que tudo vêm à tona.
Mentiras ditas que se tornam em verdades, sentimentos que foram apenas palavras.
Chego a pensar na humilhação que alguém pode se sujeitar a agir dessa forma.

A vida estava tão ruim, assim, se fazia acreditar, assim me fazia acreditar.
Mas sabe? Está tudo bem. Já foi a época que a gente levantava a cabeça e fingia que o machucado não doía. E já foi a época que existia alguma coisa. (no coração? Na cabeça? Depende, talvez).
Esse pequeno texto é apenas um vago pensamento de que quanto mais podemos confiar, mais mentira há. E minta à vontade, já não significa nada. Ou melhor, podia ter aproveitado e mentido mais, pleno século vinte e um e a inocência ainda existe.

Inocência não pode, que feio! (Colocarei a mim mesma de castigo!).

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

É.

Cansada de dizer o quanto é fácil. Fácil falar as coisas e fácil magoar. Mas ninguém pensa no outro lado da moeda. Queria, como eu aprendi, que cada pessoa pudesse parar e pensar em seus atos, como atinge as pessoas mais próximas. Sabe, quando sou eu, eu magoo e firo as pessoas ao meu redor, e com isso, eu perco. Agora, me magoam e me ferem e não me perdem. Alguma coisa tá errada aqui. E tem mais essa, tenho que fingir que palavras e atos não doem. Ou quando doem, finjo aparentemente que não aconteceu. Mas lá no fundo pega, e muito, sejam coisas cotidianas, tolas ou sérias. Eu vou sentir falta. Mas ninguém pensa que poderão sentir falta de mim. Vai ver não vão sentir mesmo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Everything changes they say. Changes can be fast, welcome, or come with a black limo.
And what happens when we are not welcome with them?

E quando o 'bem' na verdade significa outras coisas, opostas?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Variáveis.

Não entendo. Sem piadas cibernéticas sobre isso. Só não entendo... Diz que "morre de saudade", mas não busca por notícias. "Sente a sua falta", mas não procura por você. Passa considerável um ano (afinal, um ANO não é um dia, não é mesmo?), e espera que nada tenha mudado. Puxa-se conversa, e finge-se de ausente, dá desculpas. Ou você quer falar ou não quer. A única variável não é o status, mas sim a pessoa. Mas ainda há outra variável dentro do termo "sim a pessoa". Considera-se amigo, mas entra nesse ciclo. É meu amigo, mas some por um ano. Assim como muitas, eu não sou do tipo que conheceu em um dia e já considera as pessoas BFF's. Mas quando se passa um ano, dois, cinco, dez. Quando existe convivência, papo, conversa freqüente. Quando existe afinidade através de palavras, fotos, brincadeiras, a história é outra. Oops, eu acho que a história é outra. E sempre levei em consideração uma simples frase: não faça para os outros o que você não quer que façam à você. Só eu sigo isso? Acho que eu me consideraria uma pessoa horrível por simplesmente sumir do mapa. Bom, já fiz isso, mas não deram por minha falta, afinal né, tinham meu número, email, e até endereço. Talvez eu não tenha moral, talvez eu tenha, ou talvez eu esteja só chateada com isso. Talvez eu espere demais de algumas pessoas, talvez eu acredite que eu seja uma pessoa boa... demais com os outros, e esteja pagando por isso em pequenas-grandes coisas. Só sei que certas pessoas que apareceram na minha vida, eu não faria isso... sumir e ponto. Ou inventar uma desculpa para me afastar (desculpas porque é só uma tela entre a gente. E como já ouvi sabiamente de uma conhecida: "são só palavras") levando em consideração tudo o que eu já disse para essas pessoas. Eu me consideraria maldosa, mentirosa, falsa. Palavras cruéis, mas que não poderiam se encaixar melhor. Ou aquele negócio.... se você ama, como pode enjoar de alguém? De uma amiga, amigo, de uma convivência de anos? Na minha concepção atrasada e conservadora, eu amo, busco por notícias, e evito que em um milésimo de segundo as palavras como "afastar" não tenham lugar. Talvez eu seja grudenta, e algumas não gostam disso. Mas amar alguém é ser uma pessoa chata?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Não posso contar.

Até quanto emocionalmente alguém pode agüentar até explodir? Está aí uma contagem que não se conta. Uma lógica onde não existe as Exatas...

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Diferenças diferentes

O que faz você diferente do seu semelhante? Algum órgão seu é diferente da pessoa que está do seu lado? A sua estrutura física é diferente da pessoa que está do lado? Você pensa, realmente, muito diferente de seu semelhante? Então, porquê as pessoas tendem à ignorância, tendem ao preconceito? A forma como pensa? Você tem um cérebro, estímulos nervosos. Mas acho que a natureza humana é assim, age com preconceito quando não quer entender, não quer aprender, e quando não aceita estímulos de uma nova aprendizagem. Ainda é pior quando os "Humanos" buscam por culpados, buscam por motivos além das próprias atitudes. 'Penso' que ser ridículo é da natureza humana. É graça isso na minha opinião, pois, um mata e diz que foi em nome de Deus. Outro violenta um homossexual e diz que a sexualidade dele é errada. Até quando as pessoas permanecerão culpando os outros de suas atitudes, e não elas mesmas? Quem é você que age em nome de Deus? Quem é você que que dita o que é certo e o que é errado? Você já está errado em apontar o acerto e erro dos outros, então quem é você? E é por aí... Que diferenças existem entre as pessoas, a ponto de fazer uma maioria agir ditando o que o outro deve ou não fazer? E confesso, que é uma curiosidade que tenho. Gosto de aprender sobre pessoas, e essa é uma pergunta que a gente considera: vital.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

CryptorChild

Você já se deu conta de que as músicas conversam conosco? Aquele acorde em especial, ou aquele solo de algum instrumento que você mais gosta ou aquela letra em especial nos faz recordar momentos, pessoas, ou simplesmente se encaixam em passagens do nosso dia. Ou da nossa vida. Músicas, não são só... músicas. Acho algo extremamente mágico. Feito de uma alma para outra. É uma empatia espiritual. Parece que conheciam você quando escreveram... Parece que aquela em particular saiu de sua cabeça e apareceu para o compositor que a escreveu... que a lançou. Sentimentos colocados em prática nas canções. Seja sentimento bom, ruim, ou algo no meio. E Cryptorchild, do Marilyn Manson é exatamente assim. Um sentimento no meio do bom e do ruim, acho que até para o ruim, mas você escuta, e é uma completa empatia para o que você vê do Mundo hoje. É uma canção triste, curta, repetitiva, mas clara. Clara que se o Mundo um dia foi bom, hoje não é mais. O lugar dos Anjos deixou de ser no Céu, épocas que se tornaram de tristeza, sentimentos amargos que tomaram o lugar de coisas simples que podíamos sentir. Clara de que a Escuridão tomou o lugar da Luz que o Sol nos deu algum dia. A melodia não faz você se sentir triste, mas culpado e angustiado. Deixa claro que esse Mundo é para outros, não para Humanos. Essa época já foi, agora... é tempo de uma nova Era. Diria que seria uma música estranha, se não fosse linda, linda o suficiente para entrar pelo ouvido e não ficar na cabeça, mas lind para cair diretamente no seu coração, fazendo você querer fechar os olhos e só pensar no que a banda oferece nessa canção. Nada mais. Uma nova Era e nada mais.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Morto, como eu.

É interessante como dizem que a arte imita a vida, que um filme ou uma novela imitam a vida. Seja romance, drama, comédia. São feitos com essa base, não importando o lugar também. E todos nós temos uma mídia com a qual nos identificamos. Até as músicas nos fazem sentir assim, pois ao invés de vermos, ouvimos e diretamente sentimos quase que no sangue o que aquele acorde, aquele ritmo ou aquela letra quer dizer dentro de nós. E é por isso que venho, mais uma vez, indicar algo com o qual eu me identifico. "Morto como eu" ou... Dead Like Me se mostrou o extremo disso, algo que parece que foi escrito baseado em mim. Tem um seriado de alguns capítulos, uma temporada talvez e um filme. Não sei ao certo, porque me choca tanto que vivo na intensidade de cada episódio que eu consigo assistir. E não digo que sou fã, nem digo que sou apaixonada. Só digo que é... lindo. Lindo porque é lindo. Lindo porque se baseia na Vida e na Morte, lindo porque imita a vida real, e absurdamente perfeito porque mostra a verdade (mesmo que dolorida) e dá muitas lições. Sabe aquele dia que você está triste, infeliz? É o melhor dia para você assistir um episódio desse seriado, vai fazer você chorar e rever o que você sente. Bom, se você é do tipo que não tem paciência para seriados, assista o filme (possui o mesmo nome), mesmo elenco, mesmas lições, não difere como a série Arquivo X e o filme foge daquele encanto. Dead Like Me é curioso, não tem aquele apelo para sexo, maldade, traição, é apenas uma história de amor. Entre família, amigos, desconhecidos, parceiros, idades, funcionários, e além do amor, mexe com todos os sentimentos que o envolvem, tristeza, alegria, nostalgia, saudade... E como eu disse que se baseia em mim, é especificamente a personagem Georgia. Apesar de por fora aparentar uma coisa, por dentro ela é vulnerável, arrependida com o que fez, preocupada, amorosa, e muitos outros sentimentos que acredito eu, todos iriam se identificar. É uma história marcante e emocionante. E se alguém se interessar, não hesite em procurar, acho que todos no mundo deveriam assistir, pois a mais importante lição que os personagens mostram é que no fim (literalmente), sendo você rico ou pobre, negro ou branco, mulher ou homem, não importa o que, quem ou de onde venha, ou seja, no fim, você não deixa de ser... humano.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Não Vê?

Nós complicamos as coisas. Ou seriam os outros? Talvez eu nem saiba mais, é tudo tão complicado! Cada minuto, cada decisão, cada palavra. Na prática, seria mais fácil falar menos. Mas imagine um Mundo com poucas palavras. Fica assim, tão vazio e incompleto. Seria mais simples, porém mais complicado. Não seria?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Por favor, apenas feche a porta.

Cansei de abrir portas e me deparar com surpresas. Antes fossem boas. Mas ao menos, que não fossem tão ruins. Se tem algo que eu não agüento, é dor emocional. Cada momento que tenho esse tipo de prova, só eu sei como fico. E não sei que remédio usar.

A Machine Gun

Em cada segundo de um dia, você toma atitudes, você tem decisões, e acima de tudo, você faz muitas coisas. Bebe, come, respira, sorri, ri, às vezes chora, dorme, descansa, assiste tv, passa o tempo na internet, trabalha, fala, organiza, sai, volta, entra. Atitudes que descritas assim, distantes, são ridículas. Mas cada uma em uma emoção, um momento. Chega uma hora que você reflete e se perde em pensamentos, afinal, será que vale sentir cada detalhezinho? Mesmo se sua vida seja cheia de aventuras, movimentada, é sua rotina, sempre as mesmas ações, sempre as mesmas sensações. Só de pensar em sair de sua rotina, seria uma loucura, não? Toparia? Eu não. No fundo, mesmo chato, entediante, é o meu dia-a-dia, quero que seja assim, razoavelmente feliz, todos em casa como eu. Não sou egoísta, apenas isso significa estarmos bem.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

So insignificant…

…sleeping dormant deep inside of me. Are you hiding away, lost, under the sewers, maybe flying high, in the clouds?
Perhaps you are happy without me…
So many seeds have been sown in the field, and who could sprout up so blessedly? If I had died I would have never felt sad at all.
by Akira Yamaoka.

domingo, 25 de julho de 2010

Fácil refletir?

Fácil, não é? Fácil pensar, fácil sentir e fácil agir. Mas, se um dia as pessoas resolverem refletir sobre essas facilidades, e a consequência delas para as pessoas em volta, talvez as situações se resolvam, não havendo mal-entendidos entre os que estão próximos. Ouvi dizer que todas as pessoas são egoístas... sério ou é generalizar demais?