quarta-feira, 18 de maio de 2011

Morto, como eu.

É interessante como dizem que a arte imita a vida, que um filme ou uma novela imitam a vida. Seja romance, drama, comédia. São feitos com essa base, não importando o lugar também. E todos nós temos uma mídia com a qual nos identificamos. Até as músicas nos fazem sentir assim, pois ao invés de vermos, ouvimos e diretamente sentimos quase que no sangue o que aquele acorde, aquele ritmo ou aquela letra quer dizer dentro de nós. E é por isso que venho, mais uma vez, indicar algo com o qual eu me identifico. "Morto como eu" ou... Dead Like Me se mostrou o extremo disso, algo que parece que foi escrito baseado em mim. Tem um seriado de alguns capítulos, uma temporada talvez e um filme. Não sei ao certo, porque me choca tanto que vivo na intensidade de cada episódio que eu consigo assistir. E não digo que sou fã, nem digo que sou apaixonada. Só digo que é... lindo. Lindo porque é lindo. Lindo porque se baseia na Vida e na Morte, lindo porque imita a vida real, e absurdamente perfeito porque mostra a verdade (mesmo que dolorida) e dá muitas lições. Sabe aquele dia que você está triste, infeliz? É o melhor dia para você assistir um episódio desse seriado, vai fazer você chorar e rever o que você sente. Bom, se você é do tipo que não tem paciência para seriados, assista o filme (possui o mesmo nome), mesmo elenco, mesmas lições, não difere como a série Arquivo X e o filme foge daquele encanto. Dead Like Me é curioso, não tem aquele apelo para sexo, maldade, traição, é apenas uma história de amor. Entre família, amigos, desconhecidos, parceiros, idades, funcionários, e além do amor, mexe com todos os sentimentos que o envolvem, tristeza, alegria, nostalgia, saudade... E como eu disse que se baseia em mim, é especificamente a personagem Georgia. Apesar de por fora aparentar uma coisa, por dentro ela é vulnerável, arrependida com o que fez, preocupada, amorosa, e muitos outros sentimentos que acredito eu, todos iriam se identificar. É uma história marcante e emocionante. E se alguém se interessar, não hesite em procurar, acho que todos no mundo deveriam assistir, pois a mais importante lição que os personagens mostram é que no fim (literalmente), sendo você rico ou pobre, negro ou branco, mulher ou homem, não importa o que, quem ou de onde venha, ou seja, no fim, você não deixa de ser... humano.