domingo, 19 de outubro de 2008

Spring

Numa ponte, muito alta, um homem mantém seus braços abertos. Alí ele permanece e ainda hesita, logo as pessoas se aglomeram em multidões. Eu também não vou perder isso, eu quero ver isso de perto, eu chego na primeira fila, e gritam. O homem quer subir da ponte. As pessoas começam a odiar, elas formam um público denso, e não querem deixá-lo descer, então ele sobe de volta, e a multidão começa a enfurecer-se. Eles querem suas vísceras, e gritam: Pule. Pule, me redima, pule, não me desaponte, pule para mim, pule para a luz, pule. Agora o homem começa a chorar [Uma nuvem se move em segredo]perguntando a si mesmo "o que eu fiz" [Na frente do sol, fica frio] "Eu apenas queria apreciar a vista" [As pessoas se desorganizam] E olhar para o céu da noite,e eles gritam. Pule.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

End Of All Hope

"É o fim de toda a esperança. Perder a criança, a fé. Acabar com toda a inocência. Ser alguém como eu. Esse é o nascimento de toda a esperança. Ter o que eu uma vez tive. Esta vida imperdoável, tudo terminará com um nascimento. Não acordarei para está manhã para ver outra rosa negra nascida. O leito de morte é lentamente coberto com neve". Tarja T.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sympathy letter.

O joyful, o delighted, o afortunate one...weep no more this departed son. Read this words and sound thy voice. Revel and sing, rejoice. Rejoice. Life's for the living, not the dead. Forget tomorrow. Live now instead. This night you breath while they cannot. So dance ye soul on their resting spot..O fool, o lout, o unfortunate one. The dead now mocked, their time has come. Heed these words for souls to roam...and though be dead follow you home. Its rage will swell as night go bright.Despair and fear this fatal plight. From moon to moon you have this guest, to seal thy fate and lay you at rest.

Anatomy class.

-Brian Cross, você está me convidando para sair? -disse a jovem exibindo um sorriso aos lábios.-Não posso sair com você, é ateísta. -disse ele, fazendo graça, mas com convicção nas palavras.-Mas tudo bem, podemos ser amigos, mas teremos de esconder.-Oh! Brian, Não escondo nada, gosto de tudo às claras. -disse ela firmemente.-É fácil falar quando não se acredita em nada. -disse o rapaz, levemente sério.-Acredito em mim. -disse a loira com uma certa seriedade na expressão.-Você venera falsos deuses. -o moço mantinha a expressão risonha nos lábios, mas as palavras eram de certo um pouco ácidas.-Nós somos deuses, pelo menos como médicos temos fingir de ser.-Deus, Buda, que seja, é tudo semântica. Viemos de algum lugar.-disse ele balançando a cabeça, como se quisesse entender algo.-A mente humana é muito primitiva para saber de onde. -ela finalizava enquanto pegava os livros grossos de medicina que lhe pertenciam em cima da mesa onte o rapaz estava estudando.-Então, vai me pagar o jantar, Dr. Cross?-Pagar? É claro, eu conheço um lugar barato.-Brian, eu não sou barata. -a moça terminou a fala, tendo uma expressão decepcionada na face.

domingo, 20 de julho de 2008

A little bird...

Eu tive um passarinho. Ele tinha penas brancas e olhos iguais a pérolas negras. Não me lembro qual era o nome dele. Mamãe me deu em uma gaiola prateada quando fiz dez anos. Eu fiquei muito feliz. Ele costumava ficar no poleiro me olhando durante as aulas. Ele era muito curioso. Entendia quando eu falava...e quando eu tocava piano, ele batia as asas contra a gaiola...menos com a "Sonata ao Luar". Quando eu tocava, ele ficava bem quietinho. Sempre me perguntei se os pássaros conseguiam imaginar coisas...e se conseguiam, o que será que ele imaginava quando eu tocava? Um dia ele falou comigo. Não cantando, mas com palavras como você e eu. Disse que eu precisava ajudá-lo e o que eu tinha que fazer. Quando mamãe saiu da sala...misturei todos os pós de meu estojo de química como ele pediu. Ele colocou o bico só uma vez...e olhou para mim com seus olhos de pérola negra me agradecendo.

The Daughter, the Mirror and the Seamstress.

Era uma vez uma costureira que morava com a sua adorável filha. Elas viviam felizes até que um dia chegou um jovem estranho na cidade e se apaixonou pela garota. Ele subiu no telhado perto da janela dela todas as noites...e lhe trazia muitos presentes.
Quando a costureira descobriu, ela expulsou o rapaz da cidade. Mas antes de partir, ele deu à menina um espelho maravilhoso...e disse que quando ela olhasse nele, ela sempre o veria. A menina passou muitas noites olhando no espelho...e quando ela o viu...ele disse que ela era linda. Ela olhou tanto nele, que começou a se amar...mais do que à mãe. Então, uma noite quando a menina estava dormindo...a costureira pegou a agulha e costurou os olhos da menina.