quinta-feira, 25 de outubro de 2012

É.

Cansada de dizer o quanto é fácil. Fácil falar as coisas e fácil magoar. Mas ninguém pensa no outro lado da moeda. Queria, como eu aprendi, que cada pessoa pudesse parar e pensar em seus atos, como atinge as pessoas mais próximas. Sabe, quando sou eu, eu magoo e firo as pessoas ao meu redor, e com isso, eu perco. Agora, me magoam e me ferem e não me perdem. Alguma coisa tá errada aqui. E tem mais essa, tenho que fingir que palavras e atos não doem. Ou quando doem, finjo aparentemente que não aconteceu. Mas lá no fundo pega, e muito, sejam coisas cotidianas, tolas ou sérias. Eu vou sentir falta. Mas ninguém pensa que poderão sentir falta de mim. Vai ver não vão sentir mesmo.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Everything changes they say. Changes can be fast, welcome, or come with a black limo.
And what happens when we are not welcome with them?

E quando o 'bem' na verdade significa outras coisas, opostas?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Variáveis.

Não entendo. Sem piadas cibernéticas sobre isso. Só não entendo... Diz que "morre de saudade", mas não busca por notícias. "Sente a sua falta", mas não procura por você. Passa considerável um ano (afinal, um ANO não é um dia, não é mesmo?), e espera que nada tenha mudado. Puxa-se conversa, e finge-se de ausente, dá desculpas. Ou você quer falar ou não quer. A única variável não é o status, mas sim a pessoa. Mas ainda há outra variável dentro do termo "sim a pessoa". Considera-se amigo, mas entra nesse ciclo. É meu amigo, mas some por um ano. Assim como muitas, eu não sou do tipo que conheceu em um dia e já considera as pessoas BFF's. Mas quando se passa um ano, dois, cinco, dez. Quando existe convivência, papo, conversa freqüente. Quando existe afinidade através de palavras, fotos, brincadeiras, a história é outra. Oops, eu acho que a história é outra. E sempre levei em consideração uma simples frase: não faça para os outros o que você não quer que façam à você. Só eu sigo isso? Acho que eu me consideraria uma pessoa horrível por simplesmente sumir do mapa. Bom, já fiz isso, mas não deram por minha falta, afinal né, tinham meu número, email, e até endereço. Talvez eu não tenha moral, talvez eu tenha, ou talvez eu esteja só chateada com isso. Talvez eu espere demais de algumas pessoas, talvez eu acredite que eu seja uma pessoa boa... demais com os outros, e esteja pagando por isso em pequenas-grandes coisas. Só sei que certas pessoas que apareceram na minha vida, eu não faria isso... sumir e ponto. Ou inventar uma desculpa para me afastar (desculpas porque é só uma tela entre a gente. E como já ouvi sabiamente de uma conhecida: "são só palavras") levando em consideração tudo o que eu já disse para essas pessoas. Eu me consideraria maldosa, mentirosa, falsa. Palavras cruéis, mas que não poderiam se encaixar melhor. Ou aquele negócio.... se você ama, como pode enjoar de alguém? De uma amiga, amigo, de uma convivência de anos? Na minha concepção atrasada e conservadora, eu amo, busco por notícias, e evito que em um milésimo de segundo as palavras como "afastar" não tenham lugar. Talvez eu seja grudenta, e algumas não gostam disso. Mas amar alguém é ser uma pessoa chata?

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Não posso contar.

Até quanto emocionalmente alguém pode agüentar até explodir? Está aí uma contagem que não se conta. Uma lógica onde não existe as Exatas...